Versão anterior, de 09/09/2026

Como funcionam os avisos, versão 1.0

Esta é a versão 1.0, de 09/09/2026. O texto dela foi ajustado entre 09/09/2026 e 26/09/2026 sem mudar de número; abaixo, a lista como estava em 13/09/2026. A versão em vigor está em Como funcionam os avisos.

Substituída pela versão seguinte em 27/09/2026. 19 avisos do condomínio.

Esta versão não está mais em vigor. Ela vale para o contrato que a indica; para os contratos de hoje, vale a versão 1.9.
Todas as versões

Vigia o tempo todo

ÁguaAtenção

Bomba ligada tempo demais

Bomba ligada sem parar por mais que o limite do prédio (padrão 30 minutos).

Bomba que não desliga costuma ser cisterna que não enche, boia presa ou vazamento na subida. Rodar a seco queima o motor.

Quando confere:
A cada 2 minutos
O que observa:
O relé da bomba, nas leituras que chegam do aparelho.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
ÁguaInformativo

Bomba em horário incomum

Bomba acionada dentro da janela de descanso.

Pode ser normal, mas bomba trabalhando de madrugada com o prédio dormindo também é o primeiro sinal de vazamento.

Quando confere:
A cada 2 minutos
O que observa:
O relé da bomba entre 22h e 7h.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
ÁguaAtenção

Nível fora do padrão do prédio

Média fora da faixa por 6 leituras de 5 minutos seguidas (cerca de 30 minutos), sempre para o mesmo lado, E fora por pelo menos 8 pontos percentuais. Sair da faixa por meio ponto não é anomalia, é a faixa sendo estreita. Há duas exceções: caixa ou cisterna ABAIXO de 30% avisa mesmo perto da faixa, porque aí o tanque é problema por si só; e sair para CIMA com o tanque acima de 95% não avisa, porque tanque cheio não é anomalia e existe aviso próprio de caixa cheia. A janela olha os últimos 30 minutos DE VERDADE: até 18/08/2026 ela estava deslocada em 3 horas e o aviso chegava com esse atraso.

Sair da faixa do próprio prédio aparece muito antes do nível ficar baixo em número absoluto. O mínimo de 8 pontos entrou em 04/09/2026, medido nos 20 avisos dos 45 dias anteriores: os cinco graves estavam todos a 8,5 pontos ou mais, e cinco outros dispararam a menos de UM ponto da própria borda, com o tanque em nível perfeitamente normal. Com o mínimo, aqueles 20 virariam 6, e os 5 graves continuariam todos. Aviso de raspão ensina o síndico a ignorar o aplicativo, e aí o aviso que importava chega numa caixa que ninguém abre. No poço vale ainda mais: os dois poços da frota operam entre 34% e 56%, e o aviso fixo só falava aos 90%. O silêncio depois de recalibrar foi decidido em 21/08/2026: naquele dia a régua de um prédio foi corrigida de 311 cm para os 150 medidos, a cisterna caiu de 89,7% para os 78,6% CERTOS, e meia hora depois o aviso disparou dizendo que 78,7% estava abaixo do normal, comparando com uma faixa aprendida na régua errada. Saíram 21 notificações falsas para síndico e moradores, e teriam continuado por 14 dias.

Quando confere:
A cada 5 minutos
O que observa:
Cisterna, caixa superior e poço contra a faixa que aquele prédio costuma operar, aprendida em 15 dias. A janela não é maior de propósito: em 12/09/2026 a caixa superior de um dos prédios tinha MUDADO de regime três semanas antes, saindo de uma média de 90% para 74%, sem nenhuma mexida em calibração ou limiar. Com 15 dias a faixa acompanha o prédio de hoje; com 30 ela mistura dois comportamentos e não descreve nenhum dos dois. Janela longa não é mais precisa, é mais lenta para perceber que o prédio mudou. O teto da faixa acompanha o que o tanque de fato alcança, e em 12/09/2026 essa medida foi corrigida: ela era o meio-percentil, que descreve o extremo já visto, e passou a ser o TEMPO passado no topo. A caixa de um dos prédios tinha teto 100 por causa disso, e ela passa dezoito minutos em quinze dias acima de 99,9%, quase todos em leitura solta, que é pico de sensor e não caixa cheia. Na mesma data a tela parou de prometer vigilância do lado de cima onde ela não existe: um aviso para cima precisa, ao mesmo tempo, de 8 pontos acima da faixa e de nível abaixo dos 95% em que tanque cheio deixa de ser anomalia, e as duas condições só têm solução com o teto abaixo de 87. Nenhuma caixa da frota chega lá, só os poços, então nas caixas quem cobre o excesso é o aviso de caixa cheia e a faixa vigia o lado de baixo. O cartão mostra DOIS números e eles têm propósitos diferentes: a faixa de operação descreve onde o tanque de fato vive, e usa percentis apertados (2,5 e 97,5) para não ser puxado por uma excursão rara; a régua que dispara o aviso é mais folgada de propósito, porque apertá-la foi medido e reprovado. Depois de uma recalibração o aviso FICA QUIETO até reaprender: leitura feita com a régua antiga não significa a mesma coisa que leitura feita com a nova, e a faixa recomeça do zero a partir da troca.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
TemperaturaAtenção

Temperatura fora da faixa

Fora da faixa pelo mesmo lado durante a sustentação do aparelho (padrão 30 minutos), sem buraco na série.

Num barramento longo o pico isolado é rotina. Alerta por pico isolado é como o síndico aprende a ignorar notificação.

Quando confere:
A cada 2 minutos
O que observa:
Cada sonda contra a faixa aprendida daquele ponto específico.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
PoçoAtenção

Poço cheio e bomba do poço

Poço acima de 90%, ou bomba ligada por mais de 60 minutos, ou poço cheio há mais de 3 horas sem a bomba ligar.

No poço a lógica é invertida: cheio é perigo de transbordo. E bomba que não liga com o poço cheio costuma estar queimada. Estes são os limites absolutos; quem pega o desvio cedo é a faixa aprendida.

Quando confere:
A cada 2 minutos
O que observa:
O nível do poço e o acionamento da bomba. O acionamento NÃO vem do relé: nos poços a bomba é ligada por uma boia mecânica dentro do poço, e o aparelho publica relé desligado o tempo todo, conferido em 25 dias e cerca de 65 mil leituras de cada poço. O que denuncia a bomba é a queda do nível. Em 12/09/2026 essa leitura foi refeita duas vezes. Primeiro o filtro: o sensor ultrassônico do poço treme alguns centímetros de uma leitura para a outra, e a mediana de 3 minutos que existia não dá conta de tremor desse tipo, então entrou uma média de 10 minutos por cima dela, e a leitura de eco perdido, que chega como distância zero, passou a ser descartada em vez de entrar na conta. Depois o limiar, que virou centímetro em vez de porcentagem: um ponto percentual vale 0,93 cm num poço da frota e 2,5 cm no outro, porque depende do vão calibrado, e o mesmo tremor de um centímetro acendia 150 vezes em cinco dias no poço de vão curto. E entrou uma segunda regra, para a descida mansa: cinco centímetros perdidos ao longo de meia hora contam como bomba, mesmo sem nenhum minuto veloz. Sem ela, um dia em que o nível caiu dez pontos em trinta minutos era registrado como zero minuto de bomba.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
Todos os produtosAtenção

Aparelho parou de comunicar

Se um aparelho para de responder, quem é avisado é a IoTrust, em minutos. Você não precisa vigiar nada.

Manter o sistema no ar é obrigação nossa, não tarefa do síndico. Quando alguma coisa cai, nós corremos atrás e avisamos o responsável se houver impacto para o prédio.

Quando confere:
A cada 5 minutos
O que observa:
A última leitura de cada aparelho instalado.
Quem recebe:
A equipe da IoTrust
ExaustoresInformativo

Exaustor vai desligar em 5 minutos

Faltam 5 minutos ou menos para o desligamento automático.

É o único aviso que vai para o morador, e é de conveniência: dá tempo de estender antes de apagar no meio do churrasco.

Quando confere:
A cada 1 minuto
O que observa:
O timer de cada apartamento com exaustor ligado.
Quem recebe:
O morador do apartamento
ÁguaAtenção

Leitura da cisterna travada

Quando a leitura da cisterna congela em um número enquanto a bomba está puxando água.

Sensor que trava mostra um nível que não existe mais, e o prédio fica confiando num número velho. Descobrir isso cedo evita a falta de água que ninguém viu chegar.

Quando confere:
A cada 10 minutos
O que observa:
Se a porcentagem da cisterna parou de mudar enquanto existe prova, vinda de outra fonte, de que a água estava andando.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
ÁguaCrítico

Caixa cheia

Caixa em 99,5% ou mais durante 15 minutos seguidos, sem descer no meio. Vira CRÍTICO quando ainda há água entrando ou a bomba está ligada, e fica em aviso quando está cheia e parada.

É o aviso mais rápido do sistema: sai em até 20 minutos depois de a caixa encher. Não alerta no toque porque encostar em 100% é o fim normal de um enchimento, e há prédio que encosta 43 vezes em duas semanas, com mediana de 5 minutos. O que separa o normal do problema é FICAR cheia: houve caso de 14 horas seguidas.

Quando confere:
A cada 5 minutos
O que observa:
Nível da caixa superior em médias de 5 minutos, mais a vazão de entrada e o estado da bomba.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust

Ao longo do dia

ÁguaAtenção

Consumo de hoje acima do normal

O limiar sai do PRÓPRIO prédio: o percentil 95 dos últimos 21 dias dele, com 15% de folga, com piso de 1,3 vez e teto de 2 vezes a mediana. Além disso, ao menos 5.000 litros de excesso. Entre 6h e o meio-dia a mesma régua vale, só que o aviso sai como crítico, porque chegar nela antes do almoço é pior. Prédio com menos de 21 dias de histórico usa uma vez e meia a mediana. Se o fator de pulsos por litro do sensor de vazão do prédio for alterado, este aviso cala por 14 dias: a média aprendida na régua velha e o dia medido na régua nova não são a mesma grandeza, e compará-las acusa consumo alto onde só houve mudança de conta nossa.

É o único que avisa enquanto ainda dá para fechar um registro. Usava 20% fixo para todo mundo, e cada prédio varia de um jeito: no percentil 90, um prédio chega a 1,19 vez a mediana e outro a 2,16. Vinte por cento é régua razoável para um e piada para o outro, e foi assim que uma síndica recebeu alerta por um dia de 1,26 vez, que era visita ou limpeza de calçada. Medido contra 100 dias de 10 prédios, a régua nova troca 58 alertas (38 em dia comum) por 29 (8 em dia comum), pegando MAIS dia grave: 21 contra 20.

Quando confere:
A cada 30 minutos, o dia inteiro
O que observa:
Quanto o prédio já consumiu hoje, contra a mediana dos últimos 21 dias fechados. O consumo de hoje sai das leituras do dia, descartando a primeira meia hora, e não do último retrato do aparelho.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
ÁguaAtenção

Água entrando sem parar

24 horas seguidas, todas com 150 litros ou mais entrando, atravessando a madrugada.

Prédio grande tem entrada quase contínua de dia. A madrugada é o que separa o normal do problema.

Quando confere:
De hora em hora
O que observa:
Quantos litros entraram em cada hora fechada.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust

Uma vez por dia, em horário fixo

ÁguaAtenção

Entrada de água mais fraca que o normal

3 dias seguidos em que metade das horas ficou abaixo de 70% da mediana daquele horário E o pico do dia ficou pelo menos 15% abaixo da mediana histórica do prédio. Se o fator de pulsos por litro do sensor de vazão do prédio for alterado, o histórico anterior é descartado e o prédio volta a aprender por 14 dias, calado: a vazão medida com a régua velha e a medida com a régua nova não são a mesma grandeza, e compará-las acusaria obstrução onde só houve mudança de conta.

Filtro entupindo e calcificação são graduais. Aparecem na força da entrada muito antes de faltar água. A exigência do pico existe porque a conta hora a hora sozinha mede o consumo do prédio, não a entrada: num dia de pouco uso quase toda hora fica abaixo do normal sem que a rua tenha piorado.

Quando confere:
Todo dia às 2h
O que observa:
O pico de vazão da rua, hora a hora, separando dia de semana de fim de semana, ao longo de 30 dias.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
ÁguaCrítico

Consumo noturno anormal

Queda muito acima do padrão em DUAS madrugadas seguidas, e acima do piso em litros do prédio.

Uma noite alta pode ser alguém acordado. Duas noites seguidas é vazamento, porque vazamento não dorme.

Quando confere:
Todo dia às 5h30
O que observa:
Quanto a caixa superior desceu entre 2h e 5h, contra o que costuma descer naquele prédio.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
ÁguaAtenção

Consumo diário anormal

Dois dias fechados seguidos, ambos acima de 1,35 vez o percentil 90 e de 1,5 vez a mediana. Se o fator de pulsos por litro do sensor de vazão do prédio for alterado, este aviso cala por 14 dias: a média aprendida na régua velha e o dia medido na régua nova não são a mesma grandeza, e compará-las acusa consumo alto onde só houve mudança de conta nossa.

Um dia isolado alto é festa ou limpeza. Dois seguidos já não é rotina.

Quando confere:
Todo dia às 6h
O que observa:
O total consumido por dia nos últimos 30 dias, separando dia de semana de fim de semana.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
ÁguaAtenção

Previsão de conta acima do padrão

Projeção 35% acima da média dos meses inteiros E 10% acima do mês passado, com no mínimo R$ 150,00 de excesso, e só depois de o mês já ter consumido 45% da média. Exige pelo menos 2 meses INTEIROS de medição: o mês da instalação não conta, porque é parcial e faria todo mês seguinte parecer alto. Se o fator de pulsos por litro do sensor de vazão do prédio for alterado, este aviso cala por 14 dias: a média aprendida na régua velha e o dia medido na régua nova não são a mesma grandeza, e compará-las acusa consumo alto onde só houve mudança de conta nossa.

Pega a subida lenta que nenhum pico diário denuncia mas que estoura a conta no fim do mês. Prédio recém-instalado fica sem este aviso até fechar dois meses inteiros, e isso é de propósito: comparar um mês inteiro com o mês da instalação, que tem menos dias, acusaria alta em prédio que não mudou de comportamento.

Quando confere:
Todo dia às 7h
O que observa:
A projeção da conta do mês contra a média dos meses INTEIROS já medidos e contra o mês passado.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
HidrômetroAtenção

Hidrômetro e sensor se afastando

As 3 últimas janelas com o hidrômetro acima do sensor, excesso sustentado de 12 pontos percentuais e pelo menos 2 m³ por dia.

O relógio da rua acima do nosso sensor significa água sumindo ENTRE os dois, ou seja, antes de chegar na cisterna.

Quando confere:
Todo dia às 10h30
O que observa:
A diferença entre a leitura do hidrômetro feita pela portaria e o que o sensor mediu no mesmo período. Desde 13/09/2026 a janela só é comparada se o aparelho tiver medido pelo menos 90% dela: ausência de medição não é divergência de medição, e tratar uma como a outra acusa o próprio produto de errar por um defeito que é de comunicação. Aconteceu num dos prédios naquele dia, com um alerta de 75,1%: a cisterna tinha ficado muda de 01/09 até 10/09 e trinta e três das noventa e seis horas da janela não foram medidas por ninguém. Abaixo do mínimo a leitura entra sem comparação, o alerta não nasce, e a tela diz em quanto da janela o sensor ficou sem comunicar.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust

Relatórios e lembretes

Todos os produtosInformativo

Resumo do dia

Sai para quem escolheu resumo diário. Quem tem vários prédios recebe um e-mail só, com um cartão por prédio.

É o oposto do alerta: chega mesmo quando está tudo certo, para mostrar que o monitoramento está vivo.

Quando confere:
Todo dia às 8h
O que observa:
Consumo, eventos e alertas do dia anterior.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust
HidrômetroInformativo

Lembrete de ler o hidrômetro

Ainda não registrou. Não roda no fim de semana.

A comparação hidrômetro contra sensor só funciona se a leitura entrar todo dia.

Quando confere:
De segunda a sexta, às 9h
O que observa:
Se a portaria já registrou a leitura de hoje.
Quem recebe:
A portaria do prédio
Todos os produtosInformativo

Relatório de água em PDF

Sai no dia de fechamento DAQUELE prédio, não no dia 1 de todo mundo: o ciclo segue a data de leitura da concessionária, e há prédio na frota que fecha no dia 18. Vai com o PDF anexado, para o síndico e o conselheiro.

É o documento que o síndico leva para a assembleia sem precisar montar nada. Traz o consumo do ciclo, o custo, o gráfico dia a dia dos últimos 30 dias com total e média, a reserva, a bomba e o que o sistema detectou no período.

Quando confere:
Às 8h do dia em que o ciclo do prédio fecha
O que observa:
O ciclo de água que acabou de fechar, inteiro.
Quem recebe:
Síndico, conselheiro e portaria, além da equipe da IoTrust

Regras que valiam para todos os avisos

O administrador pode calar os avisos durante um teste

No Diagnóstico existe um interruptor que para as notificações e os e-mails para o cliente por um tempo, usado quando o sistema está sendo testado. Enquanto ele está ligado, o alerta continua sendo detectado, gravado e visível no app: o que não acontece é a entrega. O silêncio tem sempre hora para acabar, no máximo doze horas, e uma faixa fica visível no topo do aplicativo enquanto durar.

Morador nunca recebe alerta do prédio

Aviso de água, bomba, nível ou temperatura vai para quem OPERA o prédio: administrador, síndico, conselheiro e portaria. O morador só recebe o aviso do próprio exaustor.

Alerta de água chega mesmo para quem desligou notificação

Limiar e recebimento de água são operação do prédio, não gosto de quem recebe. E-mail e push saem de qualquer forma. O WhatsApp fica de fora, porque é o único canal cobrado por mensagem.

Aparelho mudo não gera alerta

Se o aparelho parou de comunicar, o último dado dele fica congelado e não vale como agora. Nenhum detector alerta com dado velho: quem avisa que o aparelho caiu é o vigia de aparelho offline.

Cada aviso tem trava de repetição

Um problema que dura o dia todo não vira trinta notificações. A trava vai de 1 hora a 25 dias, dependendo do aviso. Sem isso a pessoa desliga a notificação e o alerta seguinte, o que importa, não chega.

Prédio novo fica em silêncio até aprender

Os detectores que comparam com o padrão do prédio precisam de histórico. Enquanto não têm, não alertam, em vez de chutar um limite. Os que não dependem de histórico já valem no primeiro dia.

Silêncio na maioria dos prédios é o esperado

Os limiares foram calibrados contra o histórico real da frota. Um mês inteiro sem alerta em quase todos os prédios é o resultado pretendido, não sinal de defeito.